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O que são figuras de linguagem

Descubra o que são figuras de linguagem, seus tipos e recursos, e clique para aprender como utilizá-las para tornar textos mais expressivos e persuasivos.

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Sumário

Para leitores e espectadores que acompanham as notícias da Yani, entender o que são figuras de linguagem ajuda a interpretar textos jornalísticos, editorializações e até entrevistas. Em linhas gerais, figuras de linguagem são recursos expressivos que ampliam o significado por meio de consequências sonoras, visuais ou semânticas. Em termos simples, elas não descrevem literalmente a realidade, mas aproximam o leitor de uma ideia, de uma emoção ou de uma avaliação. No dia a dia da redação, essas ferramentas ajudam a esclarecer, colocar contexto ou enfatizar um ponto sem recorrer a afirmações diretas que pareçam imperativas. Compreender esse conjunto de recursos é parte da alfabetização midiática, reconhecida como habilidade importante para consumo responsável de informação.

Entre as formas mais comuns estão metáforas, comparação, eufemismo, hipérbole, aliteração, prosopopeia, entre outras. Essas estruturas pertencem ao grupo de figuras de linguagem e funcionam como atalhos para explicações complexas. Por exemplo, dizer que uma cidade é um “laboratório de inovação” é usar uma metáfora para associar a noção de experimentação à ideia de infraestrutura urbana. Ao mesmo tempo, uma notícia econômica pode usar uma comparação entre cenários para facilitar a compreensão do leitor sobre volatilidade de mercados. Por isso, jornalistas costumam selecionar cuidadosamente as figuras de linguagem para manter o tom informativo sem perder a clareza. Elementos desse tipo, quando bem usados, ajudam a prender a atenção sem confundir.

Vale destacar que figuras de linguagem não são sinônimos de ficção. Elas aparecem, com frequência, na cobertura de varejo, tecnologia, economia e educação, exatamente nos trechos que tentam traduzir dados brutos em experiência humana. Em reportagens sobre consumo, por exemplo, uma comparação entre tarifas pode transformar números em impactos práticos para o cotidiano do leitor. O mesmo vale para tecnologia e startups, onde descrevem inovações, estratégias de mercado ou mudanças regulatórias de forma que faça sentido para leitores que não são especialistas. A ideia central é manter precisão técnica ao mesmo tempo em que se oferece uma leitura ágil e envolvente, sem distorcer mensagens ou fatos.

Para quem escreve, reconhecer quando as figuras de linguagem acrescentam valor e quando podem induzir a interpretações ambíguas é parte do ofício. Em termos práticos, o uso adequado exige clareza sobre público, assunto e objetivo da matéria. Profissionais de redação da Yani costumam delimitar o uso de figuras de linguagem a trechos de contexto, citações e resumos analíticos, preservando a objetividade de dados, números e fontes. Além disso, o leitor deve distinguir entre linguagem que informa e linguagem que sugere, especialmente em coberturas de negócios, economia e educação. Em síntese, o domínio de figuras de linguagem facilita a comunicação sem comprometer a credibilidade jornalística.

Abordadas de forma prática, as figuras de linguagem assumem funções distintas na comunicação jornalística. A seguir, apresentam-se as categorias mais comuns, com breves descrições e exemplos simples para contextualizar.

  • Metáfora: descreve uma relação de semelhança entre dois universos sem o conectivo explícito, transferindo significado de um domínio para outro.
  • Comparação (ou comparação direta): utiliza termos como “como” ou “assim como” para traçar semelhanças entre conceitos ou situações.
  • Hipérbole: exagero proposital para efeito retórico, enfatizando um aspecto de forma desproporcional.
  • Antítese: aproxima ideias contrárias para evidenciar contraste ou conflito.
  • Personificação: atribui características humanas a objetos, fenômenos ou instituições para aproximar o leitor.
  • Prosopopeia: forma de personificação que convoca vozes ou entidades ausentes, conferindo voz a elementos inanimados.

Em termos de prática jornalística, o cuidado com essas ferramentas é essencial para manter a objetividade, especialmente em coberturas de varejo, tecnologia, economia e educação. O uso consciente das figuras de linguagem ajuda a tornar a leitura mais envolvente sem sacrificar a clareza nem distorcer dados ou fontes. Em resumo, o leitor consegue compreender contextos complexos de forma rápida, mantendo a confiança na matéria como um produto informativo confiável.

Como reconhecer recursos expressivos na redação

Nesta seção, destacamos uma abordagem prática para identificar figuras de linguagem no material jornalístico. Primeiro, observe se a redação apresenta uma afirmação que parece ir além dos dados: é provável que haja uma figura de linguagem envolvida. Segundo, verifique o contexto: metáforas e comparações costumam aparecer em trechos de explicação conceitual, enquanto dados técnicos aparecem sem adornos. Terceiro, atente ao tom: quando o objetivo é persuadir, é mais provável o uso de uma figura de linguagem; quando o objetivo é informar com rigor, o texto tende a recorrer a linguagem objetiva. Por fim, pesquise fontes e números para confirmar a relação entre a metáfora empregada e a realidade dos fatos.

Perguntas frequentes sobre figuras de linguagem

  • Pergunta 1: O que são figuras de linguagem?
  • Resposta 1: São recursos expres­sivos que substituem ou aproximam significado para enriquecer a comunicação.
  • Pergunta 2: Por que jornalistas usam figuras de linguagem?
  • Resposta 2: Para explicar conceitos complexos de forma mais clara e envolvente, sem perder a precisão.
  • Pergunta 3: Quais são as principais categorias?
  • Resposta 3: Metáfora, comparação, hipérbole, antítese, personificação e prosopopeia, entre outras.
  • Pergunta 4: Como diferenciar fato de interpretação?
  • Resposta 4: Verifique dados, fontes e contexto; se a afirmação depende de uma imagem ou de uma associação, pode tratar-se de uma figura de linguagem.
  • Pergunta 5: É adequado usar figuras de linguagem em todos os textos?
  • Resposta 5: Não; o uso deve depender do público, do assunto e do objetivo da matéria para manter a credibilidade.
  • Pergunta 6: Como praticar o uso responsável dessas ferramentas?
  • Resposta 6: Equilibre clareza com expressividade, evite exageros, confirme fatos e ajuste o tom à linha editorial da publicação.

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